O maior desafio é criar! Mas criar o que? Toda a criação começa sem o menor sentido e aos poucos vai moldando os nossos anseios e desejos. É uma expressão do momento, daquilo que vem da alma. Podemos retratar todas as nossas emoções numa simples e singela atividade. Todo processo humano está sujeito a receber novos elementos ou novas releituras. Basta alguém inserir à uma simples ação um toque da sua personalidade e pronto temos uma “nova” ação.
Antes quero aqui aproveitar e falar um pouco sobre personalidade... Sempre ouvimos falar em personalidade. Mas o que define personalidade? E então o que a qualifica? Bem se partimos o raciocínio pela divisão da palavra personalidade temos personal ou persona que quer dizer pessoal e lidade de qualidade. Sendo assim personalidade nada mais é do que a qualidade pessoal, ou seja, a qualidade que cada um tem. Mas então o que a qualifica como forte ou não... Ai já vai um pensamento próprio: personalidade forte é quem aceita como é, independente do mundo exterior. Escuta seu interior e o exterioriza com satisfação, sem se preocupar com certo ou errado. Não se esconde, não se oculta, não aceita ser o que não é.
Só mesmo com o passar da vida, descobrimos o valor da nossa personalidade. Afinal recebemos moldes e modelos da nossa educação formal e informal. E dentro destes modelos são nos colocados como corretos, porém esquecemos de uma luzinha lá dentro que não para de brilhar, mesmo através dos moldes e modelos...
É o nosso dom, a verdadeira essência que não se trata de baunilha, como uma vez eu disse... Foi uma resposta criativa a uma pergunta inútil. Pequena coisa porém uma criação própria, com o meu humor característico...
Voltando a criatividade que já diz tudo criar uma atividade... Criatividade é ação, é fazer, é conceber uma nova ideia, um novo cenário ou uma nova ótica sobre um mesmo fato. É colocar a sua luz em uma ação qualquer. Nem a padronização escapa da nossa criatividade, quer dizer só com uso de máquinas, porém as máquinas nada mais são do que elementos criados por nós para fazer algo repetitivo, cansativo e nos liberar para o processo de criação.
E por que muitas vezes não criamos? Não aceitamos a nossa luz que transforma tudo que fazemos em uma extensão dos nossos elementos próprios? Por que usamos a visão mecanicista quando podemos ser criativos? Por que não usamos moldes e modelos como matéria prima para as nossas próprias escolhas?
A vida passa para todos, porém para alguns ela passa com maior significado... qual é a diferença que realmente faz a diferença?

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